Algo acontece na operação
Fatura vence amanhã, pedido é confirmado, chamado é resolvido, proposta é enviada.
Cobrança vencendo, pedido confirmado, chamado respondido, proposta enviada. Oito famílias de template ligadas aos eventos dos módulos, com abertura e clique medidos e a resposta voltando para a ficha do cliente — não para a caixa pessoal de alguém.
A biblioteca alimenta a sequencia de contatos: dia 1 e-mail, dia 3 ligacao, dia 7 break-up — e o proximo passo aparece sozinho.
Cada etapa acontece num menu do produto. A tela ao lado é a tela real.
Fatura vence amanhã, pedido é confirmado, chamado é resolvido, proposta é enviada.
Oito famílias — cobrança, vendas, CRM, compras, RH, desk, delivery e sistema — cada uma com o seu conjunto.
Nome, número do pedido, valor e vencimento saem do registro que disparou, não de um preenchimento manual.
Abertura e clique registrados; a resposta entra na conversa do cliente, ao lado do WhatsApp.
Ela lê o pedido, a fatura ou o chamado antes de propor o texto — não inventa o número que vai no corpo do e-mail.
O brand kit define como a empresa fala. O rascunho já sai nesse tom, em vez de sair genérico e precisar ser reescrito.
O que só existe porque tudo é a mesma base.
Uma demonstração guiada, sobre o seu caso, sem compromisso.
Cobrança automática por evento.
Templates com variáveis do registro.
Opt-out e resultado medido.
Ferramenta separada dispara para quem está numa planilha que alguém subiu. Aqui o disparo nasce do evento — a fatura que vence, o pedido que saiu — então ele acontece na hora certa sem ninguém organizar nada.
E-mail enviado por ferramenta externa volta para a caixa de quem apertou o botão. Aqui a resposta entra na conversa do cliente, do lado do WhatsApp e do chamado.
Não é só um relatório: quem abriu e não respondeu entra na cadência, e o clique é condição de regra de automação.
Para o e-mail que a operação dispara — cobrança, pedido, chamado, proposta — não. Para campanha de massa com editor visual pesado, a ferramenta externa continua fazendo sentido; o que muda é que o transacional deixa de depender dela.
Sai. A conta é configurada por empresa, com o domínio próprio — o cliente recebe de você, não de um remetente genérico.
Abertura e clique são registrados por disparo e ficam no histórico do cliente. Isso alimenta a cadência do CRM e as regras de automação do marketing.
Na conversa dele dentro do sistema, ao lado do WhatsApp e dos chamados — com etiqueta e atribuição funcionando do mesmo jeito.
Dá. Os templates são editáveis por família, com as variáveis do registro que dispara e pré-visualização com dado real antes de valer para todo mundo.
Se o envio depende de alguém lembrar, a resposta honesta é: você não sabe.