Crie a chave em Configurações → API
Ela nasce presa a um usuário. Para agente autônomo, crie um usuário de serviço com grupo de acesso restrito.
O Mineer é um servidor MCP: 75 ferramentas expondo consulta e ação dos módulos para Claude Code, Codex, agents-core e qualquer cliente do protocolo. Com a identidade e a permissão de quem chamou — não com uma lista paralela de acessos.
Chave, permissao e auditoria seguem a regra do sistema. Nao existe um caminho paralelo so para o assistente.
Cada etapa acontece num menu do produto. A tela ao lado é a tela real.
Ela nasce presa a um usuário. Para agente autônomo, crie um usuário de serviço com grupo de acesso restrito.
Um comando no Claude Code, ou a URL do tenant em qualquer cliente MCP. Não há SDK para instalar.
A listagem de ferramentas anuncia só o que aquele usuário pode e só o que o módulo ativo da empresa permite.
As ferramentas de escrita aceitam simular primeiro e chave de idempotência depois — repetir não duplica.
A diferença entre um bot que irrita e um copiloto que resolve é de onde vem a resposta.
"Quais oportunidades passaram de 30 dias sem atividade?" vira uma consulta ao seu pipeline, não uma estimativa educada.
"Abra um chamado para esse cliente" é executável — e dá para pedir a simulação antes, para ver o que vai acontecer.
O contrato é o protocolo. Quando uma ferramenta nova entra no Mineer, ela aparece no seu cliente sem você mexer em nada.
O que só existe porque tudo é a mesma base.
Uma demonstração guiada, sobre o seu caso, sem compromisso.
Passam a responder sobre o negócio.
Integra sem escrever cliente.
Consulta com permissão restrita.
A maioria das integrações cria um token com acesso total porque é mais fácil. Aqui a chave herda o grupo de acesso do dono — e a recomendação explícita é apontar para um usuário de serviço restrito, nunca para um administrador.
Deixar um agente escrever no sistema sem ensaio é como rodar migração em produção sem dry run. A simulação é parte do contrato de toda ferramenta de escrita.
Ferramenta sem permissão declarada seria pública. Por isso a aplicação recusa subir em vez de confiar que alguém vai revisar.
É um protocolo aberto para assistentes de IA conversarem com sistemas externos. Em vez de cada ferramenta inventar uma integração, todas falam o mesmo idioma — então o mesmo servidor serve Claude Code, Codex e o que vier depois.
Só ao que o usuário dono da chave tem. A listagem de ferramentas já vem filtrada pela permissão e pelos módulos ativos da empresa, e a chamada revalida os dois. Para agente autônomo, o correto é criar um usuário de serviço com grupo de acesso restrito.
Pode, nas 15 ferramentas de escrita — e só se o usuário da chave tiver a permissão de escrita daquele módulo. Toda escrita aceita simulação prévia e chave de idempotência, e fica registrada com quem chamou.
Não para conectar. A tela IA → MCP mostra a URL do tenant e os comandos prontos. Desenvolvedor entra na conversa se você quiser escrever ferramentas novas.
Funciona com qualquer cliente que fale MCP. Se o seu não fala ainda, o mesmo dado continua acessível pela API REST do sistema.
A diferença entre as duas é ter acesso ao dado — com permissão, e com rastro.